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sábado, 4 de maio de 2019

AMLA - SARANDI - GROSELHA DA INDIA


Amla (foto //www.pittaayurveda.com)

Amla (foto //www.alibaba.com)

NOME: Amla (Emblica officinalis) é uma planta de origem asíatica, conhecida popularmente como emblic, myrobalan, myrobalan, groselha indiana, árvore de Malacca e groselha da Índia.
Ela é muito conhecida na Índia, que a utiliza na medicina popular e tradicional ayurveda, para alívio de diversas enfermidades; sendo usada ainda desde a antiguidade; além de empregada em rituais para pureza espiritual. 
A Phyllanthus emblica, conhecida como sarandi, emblica, emblica mirobalam, mirobalam, groselha indiana, arvore malaca, ou amla do Sânscrito amalaki e uma arvore decíduo da família Phyllanthaceae. É conhecida por seu fruto comestível do mesmo nome. E é uma árvore de porte pequeno nativa da Ásia tropical e cultivada como medicinal.
DESCRIÇÃO: A árvore pode atingir entre 1 e 8 metros de altura. Os ramos não possuem pelos e são finos, 10 e 20 cm de comprimento, geralmente de folhas caducas; As folhas são simples, subsessilas e ajustadas ao longo dos ramos, verde claro, parecidas com folhas pinadas. As flores são de amarelo esverdeado. O fruto é quase esférico, amarelo claro e esverdeado, bastante liso e duro na aparência, com seis listras verticais ou sulcos. As folhas são simples, em tons verde-claros, em formato de pena e exalam perfume, que remetem ao limão. As flores são esverdeadas.


O fruto, que amadurece no outono, é quase esférico, amarelo claro esverdeado, bastante liso e duro na aparência, com seis listras verticais ou sulcos. Possui sabor amargo, adstringente; além de ser bastante fibroso. Ao amadurecer no outono, as bagas são colhidas manualmente depois de escalar os galhos superiores com os frutos. No gosto da população da India é azedo, amargo e adstringente, e é bastante fibroso. Na Índia, é comum comer emblica mergulhado em água salgada e pó de pimenta vermelha para tornar as frutas azedas palatáveis.
Ela é de fácil cultivo, sendo pouco exigente em relação ao solo, frequência de rega e temperatura. Propaga-se por sementes ou mudas

Propriedades Medicinais: É rica em propriedades medicinais tais como diurética, laxante, revigorante, antivirótica, antifúngica, anti-inflamatória, capilar, tranquilizante, cicatrizante, digestiva e antioxidante; além de conter altos níveis de vitamina C, ácido gálico e pectina.

Serve para quê? Ele é usada na medicina popular para alívio de febre, diurético, laxante, revigorante para o fígado, saúde estomacal, como tônico capilar, auxiliar na saúde do estomago; além de utilizado como digestivo.



Seu uso regular ajuda no fortalecimento do sistema imunológico, na saúde da pele e na prevenção do envelhecimento precoce, por causa de seus compostos antioxidantes.
Na medicina popular chinesa, o fruto, que é chamado de yuganzi, é usado para curar inflamação da garganta; e em forma de cataplasma para aliviar dores de cabeça.

Onde encontrar? Ela é Facilmente encontrada em sites que comercializam sementes e mudas de plantas. As plantas medicinais não substituem o acompanhamento médico e em altas doses podem ser prejudiciais à saúde.





AMÊNDOA



Família: Rosaceae

Nome Comum: amendoeira, amendoeira-doce(var. dulcis), amendoeira-amarga (var. amara), amendoa-de-coco, amendoa-durazio e amendoa-molar 

Origem: Europa (Balcãs), sudeste da Ásia e norte da África 

Descrição: A amendoeira é uma pequena árvore com 8 (10) m de altura, caducifólia, muito ramificada, com ramificação ascendente. Apresenta um ritidoma de cor negro-purpúrea, com gretas profundas. Os ramos enquanto jovens são verdes. As folhas têm 4 a 10 (12) x 1,2 a 3 (4) cm, podem ser ovadas, oblongo-lanceoladas ou elípticas, são acuminadas, de margens crenadas ou serradas, glabras e verdes em ambas as páginas. Pecíolo com 1,2 a 2,5 (3) cm, glabro. Estípulas caducas, linear-lanceoladas, dentado-laciniadas. As flores são solitárias ou geminadas, precoces, subsésseis, rodeadas na base por numerosas brácteas, pedicelo glabro com 0,2 a 0,5 (a,7) mm. As sépalas com 4 a 6 mm são eretas ou reflexas, triangular-lanceoladas ou ovado-oblongas, inteiras, obtusas ou subagudas, de margem tomentosa, avermelhada. As pétalas com 15 a 20 mm, são patentes ou ereto-patentes, obovadas ou suborbiculares, de cor rosa pálido ou brancas. Ovário pubescente. O fruto é uma drupa com 30 a 45 (50) mm, ovoide ou ovoide-oblongo, atenuado no ápice, comprimido lateralmente, verde-acinzentado, aveludado. A parte carnuda da drupa é o mesocarpo. O endocarpo é a parte mais interna é rijo e protege uma semente comestível, no caso da amendoeira.

Tipo de Reprodução hermafrodita

Ínicio de Floração março

Fim de Floração abril

Perenidade perenifólia

Inflorescência solitária

Cor da Flor branco

Tipo de Folha simples

Inserção de Folha alterna

Margem da Folha crenada

Limbo da Folha oblongo-lanceolado

Tipo de Fruto drupa

Consistência do Fruto carnudo

Maturação do Fruto setembro

Habitat Colinas, encostas, bordas de caminhos, taludes, terrenos rochosos, campos de cultivo e limites de campos cultivados. Preferencialmente em solos calcários, soltos e profundos.

Observações A amendoeira, como cultivada ou naturalizada ocorre em toda a região Mediterrânica até ao Centro da Europa e em outros pontos da Terra. Na Península Ibérica é cultivada em quase todo o território, exceto nas zonas frias e de clima mais húmido, mas com mais incidência no este e sul e na Baleares; com frequência se encontra naturalizada. A produção de amêndoa reparte-se essencialmente por três continentes: a América (45%), a Europa (23%) e a Ásia (21%).

A cultivar de origem francesa 'Ferragnes', vegeta melhor em zonas com abundante exposição solar, adaptando-se bem ao frio. Não necessita de muita água e prefere terrenos bem drenados. Floresce de março a abril, sendo um peculiar indicador do começo da primavera.

Aplicações As amêndoas são utilizadas para fins culinários e terapêuticos. Das amêndoas são extraídos óleos e essências com propriedades medicinais e muito utilizados na indústria cosmética e na produção do licor Amaretto.

Prunus dulcis, popularmente conhecida como amendoeira, amêndoa-de-coco, amêndoa-durázio e amêndoa-molar, é uma espécie de árvores de folhas caducas da família Rosaceae. A semente do seu fruto é geralmente considerada como um fruto seco: a amêndoa. Tal como o pessegueiro, pertence ao subgénero Amygdalus

ALUPAG SAPINDACEAE



Frutos de 3-4 cm, de formato semelhante ao da sua prima lichia (Litchi chinensis) e dotados de polpa intensamente doce. O ponto certo de consumo é quando sua casca começa a mudar da coloração verde para amarronzada. A árvore apresenta porte médio (7-10 m em cultivo), e assemelha-se à da longana (Dimocarpus longan).

Usos: Muito saboroso para consumo ao natural, o alupag é um parente próximo da longana e da lichia. Sua utilização como fruta de mesa vem sendo testada pela Estação Experimental de Kona no Hawaii (EUA).

Cultivo: Aprecia climas tropicais com boa adaptação a subtropicais, em terrenos bem drenados e férteis. Muito sensível à adubação química, deve receber somente adubos orgânicos até atingir cerca de 2,00 m de altura. Inicia a frutificação a partir dos cinco anos de idade.

Origem: Endêmica das Filipinas, onde ocorria com relativa frequência. Hoje, é mais comum como planta cultivada.

Família: Sapindaceae.

Observações: Alguns botânicos consideram o alupag mais próximo da lichia, aplicando-lhe o nome Litchi chinensis ssp. philippinensis.

AKEE OU ACKEE


Akee ou ackee (Blighia sapida) é uma fruta da família Sapindaceae (a mesma família do guaraná), com origem na África Ocidental, Costa da Guiné. É uma planta típica de clima tropical.
Foi introduzida nos trópicos onde se adaptou bem e há um consumo considerável apesar das características da fruta.

Plantio: Normalmente é propagada por sementes, mas pode ser também via vegetativa; neste caso, inicia a sua produção aos 4 anos.

Observação: O interessante desta fruta é que é tóxica, principalmente quando imatura ou verde; só o arilo, porção esbranquiçada na base da semente, pode ser consumido ao natural e também cozido quando o fruto está maduro, isto é, quando se abre. A parte comestível é oleosa e tem sabor de noz. As sementes não são comestíveis.
Por esse motivo tem de se tomar muito cuidado no seu consumo, sendo aconselhável cozinhar a parte branca da fruta.

Uso: É usada na culinária exótica para bons doces e bolos, pois serve como substituto das nozes em certas ocasiões.

AKEBI


Akebi é uma fruta misteriosa e bela nativa do norte do Japão e só foi cultivada e disponível nas lojas apenas nas últimas décadas. A carne branca translúcida no interior, cheia de incontáveis ​​sementes pretas e brilhantes, é comida como fruta. Sem o conhecimento de muitos, a vagem roxa pode ser cozida e comida também, mas como um vegetal, não uma fruta! Agora isso é uma fruta versátil!

Sobre o Akebi Fruit Misterioso
Tradicionalmente, a imagem que muitos japoneses têm de akebi é uma fruta silvestre que as crianças desalinhadas do campo arrancam e comem de vinhas em Tohoku (North Honshu) enquanto brincam nas montanhas. À medida que as pessoas se interessavam cada vez mais em descobrir novas e interessantes sensações culinárias, desenvolveu-se uma variedade de akebi que poderiam ser cultivados. O cultivo só começou há cerca de 20 anos e está centrado principalmente na província de Yamagata, na região de Tokohu, no Japão.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

ABOBORA

Abóbora ou jerimum, fruto da aboboreira, é uma designação popular atribuída a diversas espécies de plantas da família Cucurbitaceae, nomeadamente às classificadas nos géneros: Abobra - uma única espécie, nativa da América do Sul Cucurbita - género que inclui os tipos de abóbora mais comuns e a abobrinha.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

ANNONAS


ARITICUM DE RAPOSA VER
Caritu-cuí vem de palavras compostas do tupi e significa: “Erva que dá fruto mole cor de sangue” derivando das palavras Kaá – erva e fruto, Ritu de Tikú - , massa mole e Cuí de Uui – sangue ou cor violácea avermelhada. Também chamada de Araticum de raposa, Ata de cobra e Atinha do campo.




ARATICUM AÇÚ VER
ARATICUM-AÇÚ vem do tupi e significa: “Fruta mole”, e o adjetivo AÇÚ descreve o tamanho grande do fruto (maior que 8 até 10 cm) sendo o maior dentre as espécies da região sul e sudeste. Também é chamado de Pindauva amarela graúda, Araticum Açu do mato e Araticum preto.



ARATICUM JAÍ VER
ARATICU-JAÍ vem do tupi e significa: “fruto de massa mole”, e o adjetivo “JAÍ” que quer dizer “torto ou torcido ou estriado” em alusão ao formato do fruto. Também é chamado de Araticuí, Araticum-graviola (pelo sabor do Bruto), Araticum de dezembro, Araticum cagão fêmea e Biribarana.



ARATICUM CAGÃO VER
Araticum-pacarí, vem do tupi e significa: “fruto de massa mole” e Pacarí refere-se a “comida de Paca. Também chamada de Araticum quaresma, Araticum cagão e Cortição.




ARATICUM DE CABINHO VERDE VER
ARATICUM DE CABO VERDE. Também recebe o nome de Araticum do campo.




ARITICUM APO VER
Araticum apô, “do tupi – fruta mole de casca com saliências ou anguloso”; também recebe os nomes: Araticu da mata, araticum amarelo do morro e cortiça amarelo.



ARATICUM CORTIÇA VER
Araticum cortiça vem do tupi e significa: “fruto de massa mole”, e o adjetivo “cortiça” que quer dizer “casca esponjosa” em alusão grossa casca da arvore. Também é chamado de Araticum de capoeira, Araticum alaranjado e Pinha da mata.




ARATICUM DE CIPÓ VER
Araticum-de-cipó, “do tupi – fruta mole de habito trepador”; também é conhecido pelos seguintes nomes: Araticum trepador, ata de cipó e Carampaí.




ARATICUM DO BREJO VER
Araticum-paná, “do tupi – fruta mole” e o adjetivo ‘paná’ quer dizer de lugar paludoso ou encharcado. Recebe os nomes: Ariticum do Brejo, Ariticum liso e Araticum do mangue.



ARATICUM PRETO VER
ARATICU-UNA vem do tupi e significa: “fruto de massa mole” o adjetivo “una” que quer dizer “preto” pelo fato de a casca amarela oxidar rapidamente e ficar preta (sem perder a qualidade da polpa). Também é chamado de Araticum de bico, Araticum amarelo, Cortiça, Quaresma da mata e Pinha da mata.



ARATICUM DE GUARATINGUETÁ VER
Araticu-, “do tupi – fruta mole”; e o adjetivo TÍ na composição, significa “semente pequena”. Também recebe os seguintes nomes: Araticuí, Araticum de Guaratinguetá e Atinha do mato.




ARATICUM DA RESTINGA VER
Araticum da restinga, “do tupi – fruta mole”; também é conhecido pelos seguintes nomes: Araticum da praia e Araticum de folha larga.




ARATUCUM-TANGA VER
Araticu-tanga, “do tupi – fruta mole da casca alaranjada”; também é conhecido pelos seguintes nomes: Aratixú, Condessa alaranjada do mato e Atemoiazinha do mato.




ARATICUM MIRIM VER
Araticum-mirim, “do tupi – fruta mole e pequena”; também é conhecido pelos seguintes nomes: AraticunzinhoAticu-mirim, Embirinha, Fruta de Guaracava e Pijericú.




ARATICUM SALGADO VER
Araticum salgado, “do tupi – fruta mole”; também é conhecido pelos seguintes nomes: Araticum macho, Aticum ripa, Aticum temperado e Fruta do Conde pequena.




ARATICUM VERDE VER
Araticu-verde, “do tupi – fruta mole”. Recebe outros nomes: Araticum de porco, Araticum do Paraná, Araticum quaresma, Fruta da quaresma e Fruta de cateto (porco).




ARATIMÓIA VER
ARATIMOIA vem do guarani e significa “massa mole que tem sementes frias. Também recebe o nome de Araticum de Ubatuba e Cherimoia do mato.




BIRIBÁ VER
Biribá, “do tupi - fruto da arvore da casca fibrosa”; também é conhecido pelos nomes: Araticum grande, Araticum–pitaiá, Fruta do Conde, Condessa e Jaca de pobre.




GUANABANA VER
Guanabana do tupi e quer dizer “Fruta grande da beira dos rios ou Fruta grande de polpa aquosa”. Também é chamada de Araticum Ponhê (Nome este válido para Annona montana var. marcgravii)m e falsa graviola.



GUANABANA COM CASCA ESPINHOSA ou LUGMA VER
Araticum com espinho na casca, ou Guanabana de espinho. Fora do Brasil, recebe os nomes: Anonilla no Peru e Lugma na Colômbia.



MAROLO VER
Araticu-tuba, “do tupi – fruta mole e larga ou grande, vindo do adjetivo tuba”; também é conhecido pelos nomes: Marolo, Araticum bruto, Cortição e Cabeça de negro.


MAROLO DE MOITA VER
Araticum do campo, “do tupi – fruta mole”; também é conhecido pelos nomes: Arixicum de moita, Ariticum felpudo, Ariticum tomentoso e Marolinho.


MAROLO LISO VER
Ariticum-catí, vem do Tupi e significa “fruta mole” Catí significa Cheiroso perfumado. Também é chamado de Jaca do Campo, Jaca de Pobre ou Aticum bruto do campo.


PINDAUVA AMARELA VER
Pindaiba vem do tupi-guarani e significa “arvore dos caniços ou varas” referindo-se ao caule fino e comprido da planta. Também é chamada de Pindaíba de Anta ou amarela, ata de anta e Aticum de anta.


PINDAIVA DE CORDÃO VER
Pindaúva de cordão, - o nome indígena não foi descoberto. Também recebe os nomes: Arco de peneira e Araticum de corda e Araticum vermelho.


PINDAUVA DO CAMPO VER
PINDAUVARANA vem do tupi-guarani e significa “arvore dos caniços ou varas” em essa espécie forma moitas grandes com diversas brotações a partir da base E o adjetivo RANA quer dizer semelhante a Pindauva. Também é chamada de Ata brava, Pinha de Guará, Tem-dor-de-rim-quem-quer e Pindauva de moita. 


PINDAIVA ROXA VER
Pindaúva roxa, “do tupi – ‘Pinda’ vara ou ripa e ‘Yba’ fruta isto é ‘árvore frutífera que dá ripas’”.
Também recebe os nomes: Pindaiba folha larga e Pindaúva preta.


PINDAUVA VERMELHA VER
Pindaúva vem do tupi-guarani e significa “arvore dos caniços ou varas” referindo-se a brotações quer surgem na base do caule das quais eram usados pelos índios para fazer suas casas. Também é chada de Pindaiva, Pindaíba, Pindauva, Perovana.


PINDAUVA RUBI VER
PINDAIBA-RUBÍ vem do tupi-guarani e significa “arvore dos caniços ou varas” referindo-se a brotações quer surgem na base do caule das quais eram usados pelos índios para fazer suas casas. Também é chamada de Araticum vermelho.


ARATICUM DA AREIRA OU DILOLO VER
Araticum do Senegal, Araticum da areia ou Dilolo. NOME CIENTIFICO: Annona senegalensis. ORIGEM: Senegal e outras partes do continente africano


CHERIMÓIA SILVESTRE VER
CHERIMÓIA (ETIMOLOGIA – FRUTA DAS SEMENTES FRITAS)
NOME CIENTIFICOANNONA CHERIMOIA
FAMILIA DAS ANNONACEAS


CONDESSA VER
CONDESSA OU VERDADEIRA FRUTA DO CONDE
NOME CIENTIFICO: ANNONA RETICULATA
FAMILIA DAS ANNONACEAS


GRAVIOLA DE PILAR DO SUL VER
GRAVILOA
NOME CIENTIFICO: ANNONA MURICATA
FAMILIA DAS ANNONACEAS


ZYG-ZAG VINHA VER
VINHA ZIGZA
NOME CIENTIFICO: MELODORUM LEICHHARDII
FAMÍLIA DAS ANNONACEAS


PIXIRICUM OVAL VER
Pixiricum oval, ‘do tupi’ – Veja a etimologia em Porcelia macrocarpa. Também recebe os nomes: Araticum ovo e Imbiraba açú.


UCARIA DE CIPÓ VER
GUATARIA de CIPÓ vem do tupi mais o significado ainda não foi decifrado. Também é chamado de Cipó Envira e de Araticum de cipó por causa das folhas serem muito semelhantes ao gênero Annona.


PIXIRICUM VER
PIXIRICUM vem do tupi guarani e significa “Fruta com forma de dedos que se abre”. Também recebe o nome de Banana de Arvore, Banana de Macaco, Louro branco e Uvária.


GUATARIA VER
GUATARIA vem do tupi mais o significado ainda não foi decifrado. Também é chamado de Pindaiva preta. Descobrimos essa interessante frutífera nas expedições de janeiro de 2.011.


Alupag VER

Alguns botânicos consideram o alupag mais próximo da lichia, aplicando-lhe o nome Litchi chinensis ssp. philippinensis.



Pindaiba vermelha VER
Pindaúva vem do tupi-guarani e significa “arvore dos caniços ou varas” referindo-se a brotações quer surgem na base do caule das quais eram usados pelos índios para fazer suas casas. Também é chada de Pindaiva, Pindaíba, Pindauva, Perovana.


Pindaiva rubi VER
PINDAIBA-RUBÍ vem do tupi-guarani e significa “arvore dos caniços ou varas” referindo-se a brotações quer surgem na base do caule das quais eram usados pelos índios para fazer suas casas. Também é chamada de Araticum vermelho.



Pindauva roxa VER
Pindaúva roxa, “do tupi – ‘Pinda’ vara ou ripa e ‘Yba’ fruta isto é ‘árvore frutífera que dá ripas’”.
Também recebe os nomes: Pindaiba folha larga e Pindaúva preta.



Pindaiba de moita VER
PINDAUVARANA vem do tupi-guarani e significa “arvore dos caniços ou varas” em essa espécie forma moitas grandes com diversas brotações a partir da base E o adjetivo RANA quer dizer semelhante a Pindauva. Também é chamada de Ata brava, Pinha de Guará, Tem-dor-de-rim-quem-quer e Pindauva de moita. 



Pindauva de cordão VER
Pindaúva de cordão, - o nome indígena não foi descoberto. Também recebe os nomes: Arco de peneira e Araticum de corda e Araticum vermelho.



Pindaiva amarela ou de Anta VER
Pindaiba vem do tupi-guarani e significa “arvore dos caniços ou varas” referindo-se ao caule fino e comprido da planta. Também é chamada de Pindaíba de Anta ou amarela, ata de anta e Aticum de anta.



Mutamba VER
MUTAMBA vem do Tupi guarani e significa “Fruta dura”. Também recebe o nome de Guazuma, Mutambo, Araticum bravo, Cabeça-e-negro, Fruta de Macaco e Chico-magro.



Marolinho do campo VER
Araticum do campo, “do tupi – fruta mole”; também é conhecido pelos nomes: Arixicum de moita, Ariticum felpudo, Ariticum tomentoso e Marolinho.



Guanabana de espinho ou Lugma VER
GUANABANA DE ESPINHO. O fruto tem acúleos ou espinhos na casca. Também é chamada de Annonilla e Lugma.